E recordar é viver! | TAUF no Festival Paredes de Coura 96
Esta é uma daquelas pérolas perdidas (e encontradas) no YouTube e regista um pouco do que foi a actuação dos The Astonishing Urbana Fall no Festival Paredes de Coura em 1996. Este foi um dos mais importantes grupos barcelenses de sempre, que surgiu dos seminais Angelica's Mercy e originou, já em meados da primeira década do século XXI, os La La La Ressonance.
"(...) os TAUF foram revelação no Festival de Vilar de Mouros 96, consagração em Paredes de Coura, actuaram no Orange de Londres, fizeram o acompanhamento musical de peças de teatro e a banda sonora de um filme. Houve quem lhes chamasse os percursores do pós-rock" português e vagamente pretenciosos. O mentor do projecto era André Reis (baixo, guitarra, teclas, voz) e do núcleo duro constavam também Paulo Araújo (saxofone, teclas, guitarra, com percurso feito na área do jazz), Ricardo Cibrão (guitarra, bateria, voz, muito ligado à música industrial), Jorge Pereira (bateria, voz), Domingos (narrações) e Mariano (computador, teclas, ligado à música electrónica). O som final ultrapassava e simultaneamente aglutinava esta panóplia de influências, embora o seu som tivesse fortes características experimentais, sobretudo o primeiro. Apenas três meses após se juntarem, os membros da banda já tinham material suficiente para gravar e fizeram-no num estúdio em Viana do Castelo. (...) Deram vários concertos com a preocupação de os tornar sempre diferentes. O projecto foi igualmente acumulando membros, até serem seis: ao núcleo inicial juntaram-se Gil Teixeira e José Arantes. No segundo trabalho o som passou a ser mais uniforme, mais homogéneo. Surgiram linhas orquestrais. No início as músicas surgiam mais próximas do formato canção mas agora a banda já conseguia fazer música experimental sobre um suporte orquestral, uma base sinfónica", in blogue Under Review
"(...) os TAUF foram revelação no Festival de Vilar de Mouros 96, consagração em Paredes de Coura, actuaram no Orange de Londres, fizeram o acompanhamento musical de peças de teatro e a banda sonora de um filme. Houve quem lhes chamasse os percursores do pós-rock" português e vagamente pretenciosos. O mentor do projecto era André Reis (baixo, guitarra, teclas, voz) e do núcleo duro constavam também Paulo Araújo (saxofone, teclas, guitarra, com percurso feito na área do jazz), Ricardo Cibrão (guitarra, bateria, voz, muito ligado à música industrial), Jorge Pereira (bateria, voz), Domingos (narrações) e Mariano (computador, teclas, ligado à música electrónica). O som final ultrapassava e simultaneamente aglutinava esta panóplia de influências, embora o seu som tivesse fortes características experimentais, sobretudo o primeiro. Apenas três meses após se juntarem, os membros da banda já tinham material suficiente para gravar e fizeram-no num estúdio em Viana do Castelo. (...) Deram vários concertos com a preocupação de os tornar sempre diferentes. O projecto foi igualmente acumulando membros, até serem seis: ao núcleo inicial juntaram-se Gil Teixeira e José Arantes. No segundo trabalho o som passou a ser mais uniforme, mais homogéneo. Surgiram linhas orquestrais. No início as músicas surgiam mais próximas do formato canção mas agora a banda já conseguia fazer música experimental sobre um suporte orquestral, uma base sinfónica", in blogue Under Review





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