Sábado, 29 de Março de 2008
Sexta-feira, 28 de Março de 2008
Breves| The Glockenwise

Video| Shamans Of Rock
ZOOM.Música| Aquaparque

Aquaparque
Portugal
Auditório do Museu da Olaria
Banda do Porto formada em Outubro de 2006 por Pedro Magina (voz, teclado e guitarra) e André Abel (caixa de ritmos e loops), ambos ex-dAnCE DAMage (2003 – 2006).
Quando em vida, os dAnCE DAMage revelaram-se incansáveis a exibirem a sua intensidade e arrojo sónico e estético, quer em disco, quer em palco.
Considerados a dada altura por Jorge Manuel Lopes, no então semanário Blitz, como tendo-se tornado “previsivelmente, a nova melhor banda portuguesa”, editaram por meios próprios três registos em cdr e percorreram o país sem pudores, entre festivais ao ar livre em Miranda do Douro ou uma noite Disco Jaded no Lux, em Lisboa.
Chegados aos aquaparque, sente-se uma identidade construída a partir dos instantes finais da anterior banda, mas marcadamente configurada pela frescura de renovadas expectativas e novas ideias que um novo começo possibilita e desafia.
Editaram no final de 2007 um single por expensas próprias, com temas gravados em estúdio, e um EP pela Lovers & Lollypops, registado ao vivo em concerto em Maio último.
“ Duo de André Abel (Tropa Macaca, Dance Damage) e Pedro Magina (Dance Damage), soldados e generais tirsenses, figuras fundamentais para avanços, rupturas e avenidas pintadas de fresco no norte exploratório. Novas músicas deste projecto são inacreditáveis, e parecem feitas por uns Ocaso Épico (com Farinha Mestre em afirmação/crise existencial num tasco às 5 da matina) depois de terem ouvido Excepter, To Live And Shave In L.A., Ariel Pink, Omar S e uma catrefada de kraut, escola Conny Plank/Cluster dos late 70s. E letras
em português freeform – Tomates! Promete muito. “
Pedro Gomes in www.filhounico.com
Myspace: www.myspace.com/aquaparque
Entrevista: http://www.bodyspace.net/entrevistas.php?ent_id=179
Quarta-feira, 26 de Março de 2008
Concerto| Rendimento Mínimo + Classified






Os preliminares - aquela coisa que os homens tanto gostam de passar à frente - foram feitos pelos Classified. Conseguiram satisfazer o público com uma boa dose de Hard Rock, Rock’n Roll e Blues. Os oito anos de actividade dão-lhes o à vontade de, perante problemas técnicos, pararem uns minutos e contarem anedotas. Resolvidos os problemas, começou a máquina a funcionar e a debitar temas como “Monster” ou “Binary”, presentes no seu EP “Loud n Angry”. Com os preliminares consumados e o público já quente, foi a vez dos Rendimento Mínimo fazerem o rock soar e as pessoas suarem. Na bagagem traziam os temas do registo de estúdio homónimo. O som dos RM é coeso, preenchido por guitarras fortes e uma voz rouca com uma mensagem forte, sempre em português. Os presentes, maioritariamente da cidade dos galos, foram cantando as músicas com a banda, com destaque para o “hino” da nova música feita em Barcelos: “Rock Rola em Barcelos”, com o público a tomar conta do microfone e a cantar com a banda. E se é o público a dizê-lo, é porque de facto, rola mesmo…
ZOOM.Cinema| O Sonho de Cassandra
26 de Março | 21:45 - CinemaO Sonho de Cassandra
Realização: Woddy Allen
Com: Colin Farrell, Ewan McGregor, Sally Hawkins, Hayley Arwell
Género: Dra
Classificacao: M/16
EUA, Grã-Bretanha, 2007
Cores, 108 min.
Auditório da Biblioteca Municipal
Sinopse
Terça-feira, 25 de Março de 2008
Sábado, 22 de Março de 2008
Em estúdio| Black Bombaim
A preocupação da noite centrava-se então na gravação da guitarra, havia trabalho duro pela frente para o guitarrista Ricardo. Chegado o material desejado (um lindo Orange Tiny Terror e um Fender Deluxe...), não há mais tempo a perder, é carregar no rec.
Infelizmente, não pude acompanhar o resto das gravações, mas muito em breve teremos a banda na primeira pessoa a revelar os acontecimentos de mais uma noite de estúdio.
Breves| Green Machine
Os Green Machine continuam a avançar com as datas de apresentação de "Green Machine plays Ghost", o novo disco com saída pela Rastilho Records a 7 de Abril.Anteriormente, tínhamos divulgado as que estavam confirmadas até ao momento, agora ficam aqui mais três datas onde poderão ver a máquina verde:
11 de Maio - Fnac Sta Catarina - Porto - 17 horas
11 de Maio - Fnac Norte Shopping - Matosinhos - 22 horas
Video| Kafka
Mais uma delícia chamada "Gandhi's dream of chocolate". Os Kafka, em 2001, ao vivo na Semana da Juventude de Vila do Conde.
Breves| High Flying Bird

Sexta-feira, 21 de Março de 2008
Em estúdio| Black Bombaim
20 de Março - Estúdios Oops!/Barcelos
Entre as pausas de gravação, faz-se play na "almost jam session" da noite anterior. Esgotam-se ideias para a colocação da faixa no disco, fala-se de um dia editar a "jam" em vinil com cópias limitadas, mas são apenas ideias. Nada é certo...e a preocupação é única: saborear aquela "low-fi jam", entre o desgaste das gravações.
Hoje continua-se com o trabalho que ontem ficou por fazer no baixo e planeia-se dar início às gravações principais dos ritmos e solos da guitarra do Ricardo.
Breves| The Glockenwise / GoDoG
Podem votar em: Super Bock Super Rock Preload'08.
Breves| Loops

Podem ouvir em: Loops
ZOOM.Música| Quarteto de Improvisação Electroacústica

22 de Março | 22:00 - Música
Quarteto de Improvisação Electroacústica
Portugal
Auditório da Biblioteca Municipal
Guilherme Rodrigues: violoncelo e trompete cornet
Nuno Torres: saxofone alto
Miguel Sá: laptop _ electrónicas
João Castro Pinto: laptop _ processamento electroacústico em tempo real
Guilherme Rodrigues
http://www.myspace.com/guilhermerodrigues
Das colaborações que tem realizado destacam-se as seguintes: Ernesto Rodrigues, Margarida Garcia, Manuel Mota, Alfredo Costa Monteiro, Sei Miguel, João Castro Pinto, Tim Goldie, Jeffrey Morgan, Oren Marshall, Gerhard Uebele, Gabriel Paiuk, Nicolas Field, Jaime Fennelly, Blaise Siwula, Will Guthrie, Pawel Grabowski, Michael Thieke, Wade Matthews, Leonel Kaplan, Diego Chamy, Gabriel Paiuk, Barry Weisblat, Joe Giardullo, Jassem Hindi, Tisha Mukarji, Masahiko Okura, Taku Unami, Toshihiro Koike, Sharif Sehnaoui, Christine Sehnaoui, Alexandre Bellenger, Romaric Sobac, etc.
Discografia:
Musique de Chambre - IC 100, Lisbon 1999
Multiples - CS 001, Lisbon 2001
Ficta - CS 005, Lisbon 2002
Assemblage - CS 007, Lisbon 2002
Cesura - CS 008, Lisbon 2003
Contre-Plongée - CS 011, Lisbon 2004
Kreis - CS 020, Lisbon 2005
Prisma - SF-4001, USA 2005
Kinetics - CS 043, Lisbon 2006
Oranges - CS 068, Lisbon 2006
Undecided [A Family Affair] - CS 072, Lisbon 2006
Drain - CS 075, Lisbon 2006
Sen - CS 033, Lisbon 2006
London - CS 080, Lisbon 2007
EMFP05 - Exploratory Music from Portugal – CD Wire, London 2006 (One track Compilation) - ..10 "VGO Live at the Bomba Suicida"
Collection d'Univers Spontanés - CD Insubordinations, Genève 2006 (One track Compilation) - ..10 "VGO Live at the Bomba Suicida"
João Castro Pinto
artista sonoro / intermedia / director artístico
http://www.hertzoscopio.com/agnosia.swf
http://www.myspace.com/agnosian
artista sonoro / intermedia / director artístico
João Castro Pinto iniciou a sua actividade criativa, como artista sonoro e intermedia, na segunda metade dos anos 90. O main output da sua produção artística compreende os domínios da arte sonora, da música experimental electrónica / electroacústica e da pesquisa intermedia, numa perspectiva transdisciplinar de confrontação dos new digital media.
O seu intento artístico fundamental prende-se com a exploração e recriação de elementos sonoros e visuais de origem natural, abduzidos do seu contexto original através de tecnologias digitais de gravação, e recriados num outro contexto / espaço-tempo que, se pretende, seja interior. O fito artístico das performances sonoras / intermedia que tem apresentado focaliza, como denominador comum, a intenção de criação de uma intensa experiência piscoacústica que suscite incisivamente, na audiência, algo como um vislumbre existencial relativo à imperativa necessidade da procura do caminho que possibilite o acesso a esse mesmo espaço. O espaço referido é por excelência interior e, consequentemente, da ordem da intimidade, todavia ele é, concomitantemente, de cariz transpessoal. A pesquisa artístico-simbólica e plástica operada por J. Castro Pinto para almejar o efeito pretendido é, destarte, trabalhada como um meio tendente a um fim outro que não ela própria. Trata-se, sim, de um verdadeiro medium que se materializa num modus operandi de distensão, ao serviço da desconstrução dos automatismos mecânicos que quotidianamente constrangem e subjugam o ponto de vista existencial humano, em virtude dos quais, fenomenicamente, se estruturam estanques e subdesenvolvidos os processos operativos da consciência perceptiva, assim como as condições de possibilidade do acesso ao próprio espaço interior. O caminho da experiência artística que conduz à descoberta, conquista ou imersão neste espaço constitui o cerne das pesquisas, preocupações e práticas artísticas experimentais / transdisciplinares de João Castro Pinto.
CV
Foi seleccionado pelo concurso Jovens Criadores 99, com a peça electroacústica: "Impressões Sintéticas". Desenvolveu, desde meados dos anos 90, um profundo interesse por Filosofia (conclui no presente ano a licenciatura na FCSH, da U.N.L.) e por múltiplas facetas da arte experimental : vídeo, instalação e intermedia. Foi laureado com a 8ª edição da Bolsa Ernesto de Sousa em 2001, com um projecto intermedia baseado na paisagem audiovisual do rio Tejo denominado: "A SENSE OF FLOW". Em 2002 obteve com o projecto intermedia "Cont@mination", no âmbito do concurso internacional Pépinières Européennes pour Jeunes Artistes, uma residência artística no Fournos Centre for Digital Art, em Atenas. Tem apresentado performances e realizado residências artísticas em países como: E.U.A., Alemanha, Áustria, Itália e Grécia, e actuado em festivais como: Música Viva, Sonic Scope, Número Festival e Super Stereo Demonstration. Conceptualizou e dirigiu, com Nuno Morão, o “Hertzoscópio” – Festival de Arte Experimental e Transdisciplinar, dedicado ao incentivo e divulgação das artes de carácter experimental contemporâneo como: música, vídeo-arte e intermedia, o qual conta com 2as edições realizadas (2003 e 2004, no concelho de Oeiras) e uma extensão (Hertz_extend#1, realizada em Outubtro de 2005, em Barcelos). Frequentou masterclasses de composição de música electroacústica pelos compositores: François Bayle, John Chowning, Morton Subotnick, Barry Truax, Eduardo Reck Miranda, entre outros. Colabora com artistas reconhecidos, portugueses e estrangeiros, constituindo exemplo: Koji Asano [jp], Paulo Raposo [pt], Sei Miguel [pt], Tom Hamilton [usa], Karlheinz Essl [at], C. Ming-Tung [ch], o colectivo [des]integração, a Variable Geometry Orchestra, entre outros. Edições discográficas, solo e em colaboração, nas editoras: Grain of Sound, sirr-ecords, Creative Sources, Variz, Useless POORductions.
Miguel Sá
Fundou em 1990, juntamente com Paulo Vinhas e Jorge Pereira, a plataforma Matéria Prima (loja/distribuidora de material audiovisual e promotora de eventos culturais).
Em 2001 criou a editora/produtora Variz, estrutura na qual se divide como editor, promotor e produtor; Na Variz co-produz com o Ballet Mecânico (Yari e Nuno Bernardino) os eventos Mini (MiniSessions, MiniBox e MiniMaxime), dedicados às correntes mais avançadas da música de dança. Promoveu os concertos de estreia em Portugal de: Felix Kubin, Neoangin, Portable aka Bodycode, Bruno Pronsato, Lump e Sutekh.
Foi programador e co-produtor (Olinda Gil, Gustavo Sumpta, Rui Viana, Fernando Fadigas e João Patrício), do projecto pluridisciplinar SuperStereo Demonstration, que ocorreu em Setembro de 2002 na Galeria ZDB em Lisboa e em 2005 no Castelo de Linhares da Beira http://www.superstereo2005.variz.org/.
É desde 2006 um dos programadores de música do festival Número-Projecta.
Foi co-fundador do colectivo de música electrónica Zzzzzzzzzzzzzzzzzp! (1991-2002), que durante os 11 anos de actividade editou os albuns "Ficta 003" e "Fb 56", respectivamente nas editoras Ananana e Fal.sh (Áustria), e participou em algumas compilações nacionais e internacionais, e nos eventos: Experimenta Design 1999, Plano XXI (Glasgow), Bienal da Maia 1999 e BRG 2000. Sonorizou obras dos artistas visuais Alexandre Estrela, Marina Reker e Paulo Mendes.
Juntamente com Fernando Fadigas formou o projecto musical Producers e a dupla DJ Tra$h Converters. Ambos estiveram presentes em diversos eventos: Demo AV @ Casa das Artes de Arcos de Valdevez, Clubbing @ Casa da Música, +Olhares Pocket Fest 2007, Electrónica Portuguesa @ La Casa Encendida 2007 (Madrid, Espanha), ExperimentaClub'06 (Madrid, Espanha), Out.Fest 2006, Número-Projecta'06, Terminal 2005/2006, BRG 2002, Festival IFI 2003 (Pontevedra, Espanha), FinnFest, Festival em_Trânsito, Cosmopólis 2003, Boom Festival 2002, Serralves em Festa 2004, Duplo 01 @ FBAUP, Festival Número 2001/2003/2005, Hertzoscópio 2004, SuperStereo Demonstration 2002/2005, Electronics 2003 @ ESTGAD, Experimenta Design 2003, Projecto "Veneer/Folheado" (ZDB, Lux Frágil e Crescent Arts Center, Belfast), Mór Festival 2003 (Dublin, Rep. Irlanda), Festival Blue Spot 2003, entre outros.
Sob o nome Producers, edita em 2001 o álbum "7/10" pela Fundação Calouste Gulbenkian e participa nas compilações "Night Mode" (DVD integrado no livro/catálogo Em_Trânsito, Goethe-Institut Lissabon, 2005), "Portugal: A New Sound Portrait" (CD, N_records, 2005), "Sonic Scope" (CD, Grain of Sound, 2004), "Metrómetro" (CD, Variz, 2003), "Air Portugal" (CD, 00351, 2001);
Em 2004 integra o Lumpen Trio - projecto criado em 2001 por António Chaparreiro, Jorge Serigado e Ernesto Rodrigues, que tem mantido uma actividade vocacionada essencialmente para actuações ao vivo. Desde a sua entrada actuou com o Lumpen Trio na Restart, Galeria Zé dos Bois, Abril em Maio, Museu do Chiado e Fundação Calouste Gulbenkian.
Actualmente é membro dos projectos: Whit (Nuno Moita, Miguel Sá & Fernando Fadigas - Turntables), Serendip (António Chaparreiro — guitarra eléctrica; Jorge Mendonça Oliveira — percussão; Ernesto Rodrigues — violino/viola; Miguel Sá — electrónica; Hernâni Faustino - contrabaixo; Pedro Castello Lopes — percussão; Vítor Martins — percussão; Armando Pereira — percussão; Johannes Krieger — trompete; Jorge Serigado — baixo eléctrico;) e A Parte Maldita (Abdul Moimême - saxofone tenor; António Chaparreiro, Nuno Rebelo - guitarras eléctricas; Hernâni Faustino - contrabaixo; Jorge Serigado - baixo eléctrico; Miguel Sá, Fernando Fadigas - electrónicas; Rui Alves - bateria)
Nuno Torres
http://www.myspace.com/cactotj
http://www.myspace.com/parque
Frequentou o Hot Club de Portugal, onde estudou saxofone alto, teoria e prática do Jazz.
Participa em diversos ensembles na área da música improvisada e electro-acústica. Esteve, ao longo dos últimos anos, envolvido em projectos provenientes de diferentes áreas do espectáculo, em particular: teatro, dança e artes plásticas, como instrumentista e performer, sendo exemplo a participação no projecto Parque de Ricardo Jacinto. Percorre o caminho de músico, como improvisador, utilizando o saxofone como elemento de experimentação no desenvolvimento de paisagens sonoras diversas.
Quinta-feira, 20 de Março de 2008
Em estúdio| Black Bombaim
19 de Março - Estúdios Oops!/Barcelos
Tive oportunidade de assistir ao primeiro dia de gravação dos Black Bombaim.
Com as ideias teoricamente direccionadas, este trio barcelense está no caminho certo. Para primeiro dia, e como não tem voz, a preocupação foi basicamente centrada na correcta gravação da bateria. Agora, no final da sessão, tudo pareceu nos conformes.
Amanha continua-se, pois ainda há muito trabalho pela frente e o cansaço já se nota.Um facto a ter em conta já que o número de temas a gravar, e que irá constituir o futuro trabalho da stoner band de Barcelos, ainda é considerável. Mais não se pode revelar, porque segundo o que dizem, “what happens in the studio, stays in the studio”.
Neste momento (3h40min. da madrugada de quarta para quinta-feira), estão numa perfeita (até agora...) jam session. Uma forma de descompressão da primeira noite de trabalho e das quatro que em principio decorrerá esta gravação de estúdio. É profunda, mas suave e relaxante, muito "pink floydiana" e conta ainda com a ajuda de um sintetizador Roland da década de 70, uma espécie de pequeno tesouro perdido, a ser dominado pelo produtor José Arantes.
…No final, a banda apelida-a de “brincadeira…”, eu apelido-a de uma excelente jam session. Compreendo porque o dizem, estavam dentro dela. Ainda não a ouviram…vão agora ouvir e não fazem ideia da genialidade sonora que fabricaram em cerca de dez minutos.






























