ZOOM| Tetuzi Akiyama+Hervé Boghossian
Tetuzi Akiyama é uma das pedras basilares do underground japonês operando nas duas extremidades do seu largo espectro: trabalhou com os minimalistas da cena Onkyo (sendo um dos curadores, conjuntamente com Toshimaru Nakamura, da mítica série Meeting at Off Site em Tóquio); e ganhou reputação com a sua abordagem ao rock através de colaborações e da sua interpretação abstracta dos blues.
Akiyama surge como um guitarrista único e altamente experimental aplicando a improvisação e o noise quer à guitarra acústica (em improvisações lentas, cruas mas belas e assombrosas) quer à eléctrica (manipulando tons perfurantes e explorando as suas variações micro-tonais).
Começou a tocar guitarra aos 13 anos. Mais tarde começou a manifestar interesse pela improvisação livre e a música clássica tendo formando, em 1987, a sua primeira banda de música improvisada: os Madhar. Aprendeu a tocar viola clássica e em 1994 formou, juntamente com Taku Sugimoto, o Hikyo String Quintet onde tocavam peças de música erudita improvisada. Nesse mesmo ano Akiyama e Sugimoto formaram um duo de guitarra (de nome Akiyama-Sugimoto). Durante o mesmo período Akiyama fez parte da banda de Keiji Haino, Nijiumu.
Projectos mais recentes são o duo Suketina Tea Time (com Takashi Matsuoka) e o trio Moongose (com Sugimoto e Utah Kawasaki).
De 1998 a 2003, Akiyma e Nakamura (juntamente com Sugimoto na fase inicial) organizaram uma série de concertos pioneiros em Tóquio, primeiro no Bar Aoyama e depois no café Off Site, onde emparelhavam a sua música com a de um colega improvisador convidado (na sua maiora estrangeiros). Esta série deu lugar ao lançamento de 3 compilações em CD com extractos dos melhores momentos dos 5 anos da série.
Apesar de já ter surgido na cena musical há mais de 20 anos não parece abrandar. Desde então tem tocado nas mais variadas conformações e abordagens. Desde 2001 que tem editado um vasto número de projectos a solo na guitarra: filtrando os blues e Morton Feldman no belo Relator, modulando o feedback ressonante em Resophonie, exibindo os seus trejetio à John Lee Hooker em Don’t Forget to Boogie, e criando espaço na guitarra acústica em Route 13 to the Gates of Hell e em Pre-existence. Desde o início da sua carreira já lançou mais de 50 álbuns a solo e colaborativos com músicos tão variados como: Günter Müller, Otomo Yoshihide, Martin NG, Jason Kahn, Utah Kawasaki, Taku Sugimoto, Tim Barnes, Toshimaru Nakamura, Campbell Kneale, Mark Wastell, Keiji Haino, TV Pow entre muitos.
Akiyama surge como um guitarrista único e altamente experimental aplicando a improvisação e o noise quer à guitarra acústica (em improvisações lentas, cruas mas belas e assombrosas) quer à eléctrica (manipulando tons perfurantes e explorando as suas variações micro-tonais).
Começou a tocar guitarra aos 13 anos. Mais tarde começou a manifestar interesse pela improvisação livre e a música clássica tendo formando, em 1987, a sua primeira banda de música improvisada: os Madhar. Aprendeu a tocar viola clássica e em 1994 formou, juntamente com Taku Sugimoto, o Hikyo String Quintet onde tocavam peças de música erudita improvisada. Nesse mesmo ano Akiyama e Sugimoto formaram um duo de guitarra (de nome Akiyama-Sugimoto). Durante o mesmo período Akiyama fez parte da banda de Keiji Haino, Nijiumu.
Projectos mais recentes são o duo Suketina Tea Time (com Takashi Matsuoka) e o trio Moongose (com Sugimoto e Utah Kawasaki).
De 1998 a 2003, Akiyma e Nakamura (juntamente com Sugimoto na fase inicial) organizaram uma série de concertos pioneiros em Tóquio, primeiro no Bar Aoyama e depois no café Off Site, onde emparelhavam a sua música com a de um colega improvisador convidado (na sua maiora estrangeiros). Esta série deu lugar ao lançamento de 3 compilações em CD com extractos dos melhores momentos dos 5 anos da série.
Apesar de já ter surgido na cena musical há mais de 20 anos não parece abrandar. Desde então tem tocado nas mais variadas conformações e abordagens. Desde 2001 que tem editado um vasto número de projectos a solo na guitarra: filtrando os blues e Morton Feldman no belo Relator, modulando o feedback ressonante em Resophonie, exibindo os seus trejetio à John Lee Hooker em Don’t Forget to Boogie, e criando espaço na guitarra acústica em Route 13 to the Gates of Hell e em Pre-existence. Desde o início da sua carreira já lançou mais de 50 álbuns a solo e colaborativos com músicos tão variados como: Günter Müller, Otomo Yoshihide, Martin NG, Jason Kahn, Utah Kawasaki, Taku Sugimoto, Tim Barnes, Toshimaru Nakamura, Campbell Kneale, Mark Wastell, Keiji Haino, TV Pow entre muitos.
Hervé Boghossian
Músico francês, proveniente de Marselha, com uma carreira que percorre tanto a improvisação livre para guitarra e laptop como a electrónica mais abstracta (tendo inclusive editado pela raster norton) passando ainda pela folk na guitarra acústica. Tem vindo a afirmar-se na europa através do seu som muito próprio e fusão de correntes, contando já com 5 álbuns editados em nome próprio e várias tours europeias e mundiais. Será a sua primeira visita a Portugal.
Dia 26 de Maio/Auditório Municipal/21:45h
Músico francês, proveniente de Marselha, com uma carreira que percorre tanto a improvisação livre para guitarra e laptop como a electrónica mais abstracta (tendo inclusive editado pela raster norton) passando ainda pela folk na guitarra acústica. Tem vindo a afirmar-se na europa através do seu som muito próprio e fusão de correntes, contando já com 5 álbuns editados em nome próprio e várias tours europeias e mundiais. Será a sua primeira visita a Portugal.
Dia 26 de Maio/Auditório Municipal/21:45h






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